
Quem tem lido os comentários que Mário Crespo tem escrito no JN sobre José Sócrates e quem viu a sua entrevista a Manuela Ferreira Leite, uma espécie de flirt como já lhe chamaram, percebe que interessa tudo menos a imparcialidade jornalística.
Quem tem lido os comentários que Mário Crespo tem escrito no JN sobre José Sócrates e quem viu a sua entrevista a Manuela Ferreira Leite, uma espécie de flirt como já lhe chamaram, percebe que interessa tudo menos a imparcialidade jornalística.
O magalhães, muito sinceramente, já chateia. É útil, muito útil. Abriu portas a muitas crianças, as suas vantagens já foram reconhecidas mundialmente, mas já cansa. Fazer da distribuição dos ditos bandeira política durante meses a fio aborrece e é redutor. Parece que o governo não fez mais nada, não lançou mais nenhuma medida útil. Mas para mim, o mais grave mesmo é usar crianças nos tempos de antenas dos partidos, em discursos políticos ou em qualquer outro acto político. É pedofilia. É abusar de crianças sem consciência de que estão a ser usadas para benefício próprio. É propaganda e promiscuidade política.
Segue-se um vídeo que até eu achei particularmente forte mas que não deixa de reflectir um pouco do que se passa com o valor das amizades agora com isto dos amigos virtuais.
Trata-se de uma sátira ao facebook e não de uma publicidade desta.
O telejornal de sexta à noite da TVI é tudo menos um serviço noticioso. É uma caça à bruxa, uma perseguição feroz, mesquinha e atroz a um homem e a um partido. Por agora é José Sócrates porque está no poder, no futuro será outra a vítima, talvez apenas escapem os amigos do PP.
As boquinhas, os gestos, as insinuações de uma pseudo-jornalista, que não é jornalista aqui nem no mais subdesenvolvido dos países, tornam aquele programa numa exibição execrável de demagogia, difamação, calúnia e contra-informação, numa manifestação achincalhatória de um ódio pessoal explícito a uma pessoa.
Há quem diga que José Sócrates fez mal em processar a TVI, ao rebaixar-se àquele nível. Concordo, mas também concordo que não se pode dizer tudo o que se quer, desculpando-se com a liberdade de expressão, que, como toda a liberdade, tem limites, e sair-se impune, ainda para mais quando o dito telejornal parece ser particularmente popular, para pessoas mal-formadas e ignorantes, é certo, mas que ainda assim são votantes.
Sócrates tem por isso total razão em tudo aquilo que disse e se a TVI tem o mínimo de seriedade e dignidade essa senhora tem de ser afastada de vez de qualquer serviço noticioso ou outro.
Independência e liberdade dizem mal com difamação e bota-abaixismo.
Cavaco Silva quer contribuir para alterar “clima depressivo”
Ver esta figurinha tentar alterar o clima depressivo é tão proveitoso quanto a defesa da monogamia por parte da Cicciolina.
Pedro Santana Lopes é a prova de que a honra e a vergonha só atrapalham a vida de um homem.
Sem elas tudo se torna mais fácil, nada se perde, tudo se renova.
via: Abnoxio
Funcionárias proibidas de usar saias curtas e decotes
Anda meio-mundo chocado com esta notícia. Não entendo, faz todo o sentido estabelecer as regras mínimas de apresentação, nomeadamente de vestuário, prática aplicada em tantos empregos.
Porque há cada vez mais pessoas sem noção dos limites da decência, faz todo o sentido, para não ferirem as regras de bem estar num local de trabalho de atendimento ao público, que se estabeleçam códigos de vestuário. Fascismo? Não, respeito.
Destaco particularmente o comentário de Hélio Veríssimo, de Torres Vedras, na notícia do Público:
"Só quem não conhece as boas práticas e regulamentos da Administração Pública de qualquer país da OCDE, bem como das Empresas Privadas em particular as que têm pessoal em contacto directo com o público, ficaria espantado, irritado e talvez zangado, gritando "Fascistas!". Acontece que o empregador tem todo o direito e dever de fazer cumprir as regras de bom senso e socialibilidade. O trabalho não é boémia onde cada um pode mostrar o que lhe agrada! Quem não entende isto, está mal, muito mal, da cabecinha, claro."
De acordo com o PSD, «caducou a legitimidade do Governo para tomar decisões».
Se me permitem perguntar, quando é que a legitimidade do PSD foi renovada?
Porque as crianças não gostam do látex a roçar-lhes o rabo!